segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Mercado financeiro esvaziado reorganiza operações com chuva em São Paulo

Depois da morte do general iraniano e do coronavírus, a nova ameaça à bolsa brasileira neste início de 2020 é… um temporal. Os bancos e as corretoras de valores estão reorganizando as operações internas nesta manhã de segunda-feira chuvosa em São Paulo porque muitos funcionários não estão conseguindo chegar aos escritórios devido aos alagamentos nas ruas.

O banco Santander Brasil autorizou os funcionários do seu prédio sede, na marginal do rio Pinheiros, a trabalhar de casa (home office), assim como o banco de investimentos BTG Pactual e a corretora Necton. “A parte operacional está funcionando. Mas dois membros da minha equipe estão em casa”, diz André Perfeito, economista-chefe da Necton. Os dois grandes rios que cortam a capital paulista, o Pinheiros e o Tietê, transbordaram na madrugada de hoje após fortes chuvas, e diversos trechos das avenidas que os margeiam foram interditados pela Companhia de Engenharia de Tráfego.

O problema de locomoção causado pela chuva também afetou a Infinity Asset, que fica próxima ao metrô Vila Olímpia, bem perto da marginal Pinheiros. “Estou com metade do meu staff aqui”, diz Jason Vieira, economista-chefe da Infinity.

Para Marco Tulli Siqueira, diretor da corretora Necton, o fato de os funcionários não conseguirem chegar deve afetar muito pouco ou nada o movimento no mercado de capitais. “Existem sistemas alternativos remotos que permitem a continuidade das operações”, diz o executivo.


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