A análise de fósseis encontrados em Madagascar pode ter revelado a existência de um novo tipo de dinossauro. Mas um bem diferente dos répteis gigantes e carnívoros retratados no cinema. Segundo os pesquisadores, o Kongonaphon Kely media apenas 40 cm de comprimento e tinha somente 4 cm de altura. Com este tamanho, sua alimentação era basicamente composta por insetos.
O espécime que viveu há 237 milhões de anos foi descrito como um “matador de insetos”. Cientistas apontam que o animal se movimentava utilizando as patas traseiras, tinha dentes pequenos, cônicos e não-raspados. Ele é caracterizado também como uma miniatura ancestral dos repteis que dominaram a Terra graças ao processo de evolução das espécies.
“Com base em análises estatísticas do tamanho do corpo, argumentamos que dinossauros e pterossauros evoluíram a partir de um ancestral miniaturizado”, disse Christian Kammerer, paleontólogo do Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte, para o The Guardian. Kammerer é o principal autor da pesquisa publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Segundo John Flynn, paleontólogo do Museu Americano de História Natural de Nova York e coautor da pesquisa, supor que esses pequenos répteis evoluíram para se tornarem dinossauros imensos não é algo impossível. “A evolução do gigantismo de pequenos antepassados não é incomum ao registro fóssil”, afirmou.
Vale lembrar que nem todos os dinossauros eram imensos. O espécime Eudimorphodon, por exemplo, tinha tamanho semelhante ao de um pombo. Já o Argentinosauros, por sua vez, media 35 metros de comprimento.
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